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O hospital Simão Mendes, o maior centro médico da Guiné-Bissau, está sem oxigénio há mais de um mês e vários pacientes aguardam pelo produto para que possam ser submetidos a cirurgias, denunciou hoje a Liga Guineense dos Direitos Humanos.

Confrontado com a situação, o diretor-geral do Simão Mendes, Agostinho Semedo, confirmou que a fábrica de produção do produto se avariou e que o hospital tem estado a comprá-lo numa loja em Bissau, para atender "problemas pontuais".

"Não há oxigénio porque a nossa fábrica está avariada, mas compramos e resolvemos os problemas pontuais", disse Agostinho Semedo.

"Não vamos esconder que não há oxigénio. Quem puder apoiar que nos apoie", acrescentou o responsável pelo maior centro hospitalar da Guiné-Bissau.

Para a Liga Guineense dos Direitos Humanos, a situação "é grave e vergonhosa", por colocar em risco a vida dos utentes do sistema nacional da Saúde Pública guineense, nomeadamente aqueles que precisam de intervenções cirúrgicas.

A Liga exige ao Ministério de Saúde Pública, a adoção de "medidas urgentes para uma rápida resolução desta triste e lamentável situação" que, diz, "levanta o véu" sobre "o estado calamitoso" do sistema da Saúde Pública do país.

A organização lembra que os deputados "tiveram a coragem" de pedir viaturas de luxo ao rei de Marrocos, enquanto nos hospitais públicos "faltam serviços básicos", nomeadamente luvas, oxigénios, camas, medicamentos, entre outros.

"Esta triste realidade, transformou a Guiné-Bissau como um dos piores sítios para se ser mulher, pois em cada 100 mil partos 900 mulheres morrem devido à falta de condições do sistema de saúde", refere a Liga dos Direitos Humanos.

Lusa/Fim

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Os Correios de Portugal (CTT) vão doar na sexta-feira, 13, roupas, calçados e brinquedos a famílias de carenciados no bairro da Cova da Moura, constituída maioritariamente por cabo-verdianos, em Amadora (Portugal).

São, segundo a vice-presidente da Associação Nasce e Renasce (responsável pela distribuição das ofertas), Eunice Correia, cerca de 2500 quilogramas de donativos, divididos em 19 contentores.

“No dia da entrega estarão várias equipas de voluntários, famílias carenciadas e representantes das várias zonas que iremos fazer entregas desses vestuários, calçados e brinquedos”, disse Eunice Correia, em declarações à Inforpress.

Toda a doação será, ainda segundo a mesma fonte, seleccionada e depois distribuídas às famílias carenciadas.

Além da Cova da Moura, serão beneficiados moradores de outras localidades como Amadora, Sintra, Camarate, Lisboa e Margem Sul.

“Também iremos com essas doações fazer uma feira social para as famílias carenciadas, outras serão guardadas para situações de emergências (funeral), para os sem-abrigo, doentes evacuados dos países dos PALOPS, crianças e jovens com problemas de higiene nas escolas”, acrescentou Eunice Correia.

A Associação Nasce e Renasce trabalha para uma “maior integração” dos cidadãos imigrantes dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) na sociedade portuguesa.

Por: Inforpress

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Luisão, capitão da equipa de futebol do Benfica, anunciou hoje que a época que agora começa será a última da sua carreira, deixando de jogar no final do campeonato de 2018/19.

O central brasileiro, de 37 anos, foi o porta-voz do grupo de trabalho no treino da tarde do estágio das 'águias', a decorrer em Tróia, Setúbal, e aproveitou o contacto com os jornalistas para afirmar que é a altura de parar como jogador profissional, após 16 épocas consecutivas na Luz.

"O tema renovação, na relação que tenho com o Benfica, nunca foi assunto. As coisas acontecem de forma natural. Eu sei onde quero chegar e o Benfica também sabe", disse o jogador, que renovou para uma última época.



"Em relação à 16.ª época, conto muito com o apoio de todos os adeptos, porque me ajudaram a crescer desde que aqui cheguei na primeira temporada. Ajudaram a construir o que sou hoje. Estão comigo desde o primeiro ano e, com certeza, vão estar comigo neste que será o meu último ano como atleta profissional do Benfica", acrescentou.

Luisão traçou ainda um balanço "bastante satisfatório" da pré-época: "No começo passamos por cada etapa a crescer, mas o balanço até ao dia de hoje, ainda que recente, é bastante satisfatório, porque já conseguimos traçar o perfil do grupo que temos, falando da amizade e da qualidade".

"Só conquistamos títulos pela maneira como trabalhamos na pré-época. Se temos conquistado nos últimos anos e temos estado entre os primeiros é devido ao trabalho que fazemos desde o começo. Acredito que não mudamos nada, porque já trabalhamos no limite no dia-a-dia", reforçou.

FB // VR

Lusa/fim