O futuro da humanidade pode estar comprometido. Pelo menos é esta a conclusão de um estudo israelita, que alerta que se o esperma continuar a diminuir, a espécie humana poderá desaparecer.

A investigação liderada por um grupo de investigadores da Universidade de Medicina de Jerusalém, fez mais de 200 análises ao esperma, tendo concluído que o esperma dos homens da América do Norte, Europa, Austrália e Nova Zelândia, diminui cerca de 50% nos últimos quarenta anos.

“ Se não mudarmos as formas de vida e o ambiente, tenho muito receio do que nos poderá acontecer", contou à BBC Hagai Levine, investigador que liderou o projeto. 

Os dados utilizados na realização desta investigação foram recolhidos de 1973 a 2011."Poderemos ter problemas com a reprodução, que levarão à extinção da nossa espécie" explica Hagai, apesar das críticas de alguns investigadores a este estudo.

Conforme o investigador, na base desta redução do esperma poderá estar o uso de pesticidas e plásticos, obesidade, tabaco, sedentarismo e o stresse, embora não possa existir uma razão clara para estes resultados.

C/ jn.pt

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