Um homem que trabalhava no Lidl, em Barcelona, Espanha,  há mais de 12 anos, foi despedido por chegar todos os dias à loja “entre 48 e 87 minutos” antes da hora de abertura. De acordo com a carta de despedimento o funcionário incorreu em “incumprimentos laborais muito graves”.

Segundo o jornal La Vanguardia, Jean P. chagava ao trabalho por volta das 5 horas da manhã, uma hora antes do previsto,  de forma a “preparar a loja antes da abertura ao público”, nomeadamente para fazer encomendas, mudar preços e repor produtos nas prateleiras.

Para a empresa, o ex-funcionário não terá cumprido a regra que diz que “cada minuto que se trabalha é pago e cada minuto que se trabalha deve ficar registado", tendo por isso trabalhado mais horas do que estava determinado no contrato.



Mas a questão não fica por aqui. Jean P. não vai na conversa da empresa e acredita que o seu despedimento é inadmissível, pelo que já entrou com um processo em tribunal, com objetivo de ser readmitido.

Conforme o seu advogado, Juan Guerra, o procedimento de Jean não era em seu proveito, mas sim para beneficiar a empresa. Ele defende ainda que “não é comum” castigar -se a um funcionário “por trabalhar demasiado para que uma loja funcione de forma correta”.

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