O Ministro do Interior de Moçambique, Jaime Basílio Monteiro, exigiu ontem aos diferentes comandos da Polícia no sentido de manter sempre activos os planos operacionais necessários para o reforço da vigilância e dos dispositivos tácticos indispensáveis para dar melhor resposta aos desafios presentes.

Falando na cerimónia de tomada de posse de novos comandantes de ramo e provinciais da PRM, Basílio Monteiro instruiu às chefias da corporação a darem respostas enérgicas aos incidentes e situações anómalas contrárias à ordem, que nos últimos tempos têm sido reportados um pouco pelo país.

Tais fenómenos, segundo afirmou, são caracterizados por violência em Mandimba, província do Niassa, ataques à unidades policiais, em Mocímboa da Praia, e o recrudescimento da desinformação em torno do cloro usado para tratamento da água, e do alegado fenómeno “chupa-sangue”, em Nampula e Zambézia.


“Esperamos, igualmente, ver revitalizada a ligação entre a Polícia e comunidade, de modo a reduzir os focos de perturbação da ordem e segurança públicas. No mesmo sentido, queremos ver reforçados os mecanismos de gestão racional das forças e meios disponíveis, imprimindo o rigor necessário, de forma a assegurar o combate à corrupção, que atenta contra a integridade e boa imagem da corporação. O sucesso da missão de cada um de vós, depende da capacidade de garantir a coesão dos membros das unidades, privilegiando o trabalho de equipa, a valorização dos recursos humanos e de outras experiências”, disse o ministro do Interior.

Foram empossados Paulo Chachine, comandante do ramo da ordem e segurança pública; Filipe Dias, comandante do ramo da polícia de fronteira; Eusébio Manuel, comandante da polícia lacustre, fluvial e marítima; Fabião Nhancololo, comandante da PRM da cidade de Maputo, e Sérgio Age, comandante provincial em Tete. O único empossado pelo Comandante-Geral da Polícia, Bernardino Rafael, foi o director da ordem e segurança pública de Cabo Delgado, Assane Nito.   

Fonte: Jornal Notícias

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