A Associação para Defesa do Consumidor é contra ao aumento dos direitos de importação para lacticínios e sumos de fruta que entrou em vigor a 1 de Janeiro.

Uma medida que, segundo António Pedro Silva, não respeita o direito de escolha, o que prejudica os consumidores

“Deviam era  eliminar os impostos e direitos, porque quem fica prejudicado com esta situação são os mais pobres, os mais desfavorecidos. Deve-se sobrecarregar taxas é nos produtos e bens que fazem mal à saúde, prejudica os consumidores", afirma.

"Com o aumento sobre o leite e sumos naturais, quem beneficia é um pequeno grupo”, acrescenta.
Instado a especificar a quem se refere, António Pedro silva responde: “evidentemente é quem vai produzir".

"Produzir não, porque aí não há transformação. Estão a adicionar água, a única produção nacional até este momento que vejo é água”, ironiza.



O presidente da ADECO, António Pedro Silva, afirma que o Governo não pode orientar as suas actividades com o objectivo de servir meias dúzias de pessoas, em detrimento do conjunto da população.

A proposta que aumenta os direitos de importação para lacticínios e sumos de fruta foi aprovada em Dezembro e entrou em vigor a 1 de Janeiro.

O leite e derivados, como as natas, que de acordo com a antiga pauta aduaneira pagavam 5% de direitos de importação, passaram a pagar 20%, enquanto os iogurtes naturais e com frutas adicionadas passaram de 20% para 25%.

Os sumos de frutas não fermentados passaram de uma taxa aduaneira de 30% para os 35%. 

Fonte: Expresso das Ilhas

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