Um ex-oficial e um agente da Policia Nacional (PN), acusados alegadamente de prática de crime, aguardam o julgamento em liberdade, sob Termo de Identidade e Residência (TIR), informou hoje, na Cidade da Praia, a Polícia Judiciária (PJ).

De acordo com um comunicado do gabinete de comunicação e imagem da PJ, o ex-oficial da PN ficou sujeito ainda a pagar uma caução de 150 mil escudos.

O ex-oficial da PN foi detido pela PJ na sexta-feira, 26, na Cidade da Praia, fora de flagrante delito, é acusado da prática de um crime de falsificação de documentos, em concurso efectivo real com um crime de burla.

“O arguido, em concertação com outro indivíduo, é suspeito de ter induzido em erro uma mulher, assegurando ser capaz de lhe arranjar documentos necessários à obtenção de vistos de entrada em Portugal tendo, para o efeito, forjado outros documentos”, informa o comunicado da PJ.


O comunicado da PJ refere ainda que “o arguido tinha como propósito, conseguir junto à mulher, o pagamento de uma certa quantia em dinheiro, quantia com a qual os suspeitos obtiveram vantagem patrimonial ilícita, causando prejuízos consideráveis à vítima”.

O ex-agente da PN, acusado de prática de um crime de sequestro agravado, um crime de roubo com violência sobre pessoa e um crime de armas, cometidos em Setembro de 2016, foi também detido fora de flagrante delito, pela PJ, em cumprimento de um mandado de detenção do Ministério Público.

“Na sequência de buscas domiciliárias, apreendeu-se na casa do arguido, um relógio, mascote e anéis dourados, balanças de precisão, recibos de envio de dinheiro para o estrangeiro, chaves de viaturas, uma pedra para testar a veracidade do material ouro, uma pequena quantia de estupefacientes e dois passaportes”, lê-se no comunicado.

Inforpress

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