A Unicâmbio vai abrir uma agência na Guiné-Bissau até ao final do primeiro semestre, reforçando a sua presença em África, onde está também em Luanda, Angola, disse hoje Carlos Lilaia, um dos administradores da empresa portuguesa de câmbios.

"Vamos apostar na Guiné-Bissau, onde até ao final do primeiro semestre vamos abrir uma agência em Bissau. Vamos trabalhar neste país com um sócio local e teremos a maioria do capital social da empresa", afirmou o gestor num encontro com jornalistas em Lisboa sobre os resultados financeiros de 2017 e uma parceria da Unicâmbio com a TAP.

O tráfego aéreo de passageiros através de Casablanca (Marrocos) com as cidades de Bissau, Luanda e São Paulo tem vindo a "aumentar significativamente", explicou Carlos Lilaia, pelo que se justifica que a Unicâmbio abra uma agência na Guiné-Bissau, depois de já ter uma em Luanda (Angola).

"Em Angola temos a Unitransfer SA, uma parceria local em que detemos 49% do capital social. Neste país estamos a funcionar em contraciclo, pois temos uma agência em Luanda e optámos por não expandir o número de agências para dez, como prevíamos e esta estratégia mostrou-se correta, pois vamos ter resultados positivos em 2017", salientou o administrador.



Em Londres, a Unicâmbio vai também abrir duas agências até ao final deste ano, revelou o gestor, lembrando ainda que os lucros do exercício do ano passado "vão ser os melhores dos últimos 25 anos".

Em 2016, a Unicâmbio quase duplicou o lucro, tendo passado de 600 mil euros em 2015 para 1,1 milhões de euros nesse ano.

Com vista a reforçar o negócio, a Unicâmbio assinou um protocolo de colaboração com a TAP, que oferece milhas aos utilizadores do programa de fidelização TAP Victoria por cada carregamento efetuado em cartão Cash4Travel, da Unicâmbio.

Para Paulo Jerónimo, administrador da Unicâmbio, "esta é uma parceria importante porque coloca a marca em contacto direto com milhões de pessoas, através da TAP e das companhias aéreas do Grupo Star Alliance, e fica inserida num programa de fidelização premiado internacionalmente".

Lusa

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